12.18.2011

Motivados a orar?







Motivar cristãos a orar? Parece estranho, não é? Entre todas as pessoas que não precisariam de motivação para orar, os cristãos nãoprecisariam. Contudo, por várias razões, precisamos ser motivados aorar mais freqüentemente e mais fervorosamente. Há várias passagens queajudarão a encorajar-nos a orar melhor, cada uma delas com a sua própriainstrução. Contudo, para mim uma passagem sobressai – 1 Timóteo 2:1-7: “Antes de tudo, pois, exorto que se use a prática de súplicas, orações,
intercessões, ações de graças, em favor de todos os homens, em favor dos reis e de todos os que se acham investidos de autoridade, para quevivamos vida tranqüila e mansa, com toda a piedade e respeito. Isto ébom e aceitável diante de Deus, nosso Salvador, o qual deseja quetodos os homens sejam salvos e cheguem ao pleno conhecimento daverdade. Porquanto há um só Deus e um só Mediador entre Deus e oshomens, Cristo Jesus, homem, o qual a si mesmo se deu em resgate portodos: testemunho que se deve prestar em tempos oportunos. Para isto fui designado pregador e apóstolo (afirmo verdade, não minto), mestre
dos gentios na fé e na verdade.”

Exortados por Paulo

Paulo escreve a Timóteo, para que este se conduza corretamente e cumpra o seu serviço em Éfeso (veja 3:14-15). É interessante notar que Paulocomeça ensinando as pessoas a orar (2:1), e orar corretamente (2:8). Aimportância da oração é evidenciada pelo fato que Paulo começou com estainstrução. Se era o ponto de partida para Paulo, Timóteo e mesmo para osapóstolos (veja Atos 6:4), certamente a importância da oração não pode ser exagerada.

Várias circunstâncias da vida

Devido a ambientes, tempo e lugar, as pessoas se acham em várias circunstâncias. Não somente são pessoas diferentes umas das outras, atémesmo as circunstâncias na vida de uma pessoa podem mudar, algumasvezes drasticamente. Ambos estes fatos pedem vários tipos de orações. Pauloalista três tipos de orações em sua breve instrução a Timóteo (2:1). Súplicas sãopetições específicas a Deus pelas suas próprias necessidades. Conquantodevamos guardar-nos contra orar egoistamente (Tiago 4:3), é certo pedirmos pornossas legítimas necessidades e desejos. Intercessões são orações a Deus pelasnecessidades de outros. As aplicações das intercessões por outros sãoincontáveis, e muitas delas mencionamos freqüentemente. Isto nos ajuda também a olhar além de nós mesmos e focalizar em outros. Ações de graçassão, naturalmente, dar graças a Deus pelas bênçãos recebidas dele. Évergonhoso ser ingrato (Lucas 17:17-18; Colossenses 3:15). Contudo, isto inclui ações de graças “por todos os homens” – irmãos, família, amigos e igualmente inimigos. Qualquer destes pode ser um desafio para a vida fiel detempos em tempos, por isso precisamos ser cuidadosos. Há tanto em nossaspróprias vidas e nas vidas de outros pelo que orar que precisamos estar ativos!

Todos os homens precisam orar

Já comentamos brevemente sobre várias circunstâncias que deverão motivarnos a orar. Agora, passamos a várias pessoas que precisam de nossasorações. Paulo especifica duas: reis e todos aqueles que têm autoridade (2:2).Podemos entender facilmente isto considerando o peso das responsabilidades queacompanham tais posições. Também é interessante notar que isto foi escritodurante o tempo do cruel e depravado governante Nero. Se Paulo instruiu oscristãos a orar por alguém como ele, certamente podemos orar por nossos chefescivis hoje! Paulo precedeu isto, porém, com “em favor de todos os homens”.É fácil orar por aqueles que são bons para nós (Mateus 5:46-47). Paulo não páraaqui. Orar por “todos os homens” incluirá tais pessoas como parentes rabugentose irritadiços, vizinhos antipáticos ou patrões abusadores. Deverá incluir até aquelecristão fraco sentado do lado de lá, ou aquele irmão maçante que nos amofinaconstantemente. Deverá incluir até aquele colega de trabalho que insiste em “noscutucar” até que percamos a paciência. Como vemos, irmãos e irmãs, quandorealmente paramos para pensar nisso, há tantas pessoas pelas quais deveríamosorar, começando por nós mesmos. Temos tanto que orar, não é mesmo?

Vidas tranqüilas e pacíficas

Paz de espírito e de vida, que mercadoria cara em nossos dias! Oraçãohabitual e fervorosa contribui para ambas estas coisas. Nosso Deus a quem servimos pede aos seus filhos que orem persistentemente a ele (Lucas 11:5-13; 18:1-8). Quando orarmos de acordo com sua vontade (1 João 5:14-15), Deusouvirá o transbordar de nossos corações. Este transbordar pode ser por nossospróprios pecados, para resistir à tentação, por sabedoria, ou pode ser apenasporque não temos ninguém mais para quem possamos apelar! Podemos colocarnossos cuidados sobre ele porque ele cuida de nós (1 Pedro 5:7).

Podemos ter paz interior, mas também tranqüilidade exterior. Em sua providência, Deus vê as necessidades de seus filhos fiéis. Isto inclui provisão eproteção. Não significa que nunca teremos tempos duros ou desafios à nossa fé, mas que temos um Deus que está em comando completo e que preservará seus
filhos fiéis (João 10:28-29). Então, deixe os desafios das circunstâncias viremcomo puderem; orações fiéis, fervorosas valem muito para uma vida pacífica e devotada (Tiago 5:16; 1 Timóteo 2:2).

Bom e aceitável por Deus

Deus sabe o que é melhor para nós (Deuteronômio 6:24). Ele sabe o que precisamos antes que o peçamos a ele (Mateus 6:32). Então, por que elenos instrui a orar? Porque ele sabe que é melhor para seus filhoscomunicar regularmente suas necessidades e desejos a ele! Agradamos a Deusquando oramos como deveríamos; o que isto sugere se oramos de outro modo?Nossa meta como cristãos é “seu inteiro agrado” (Colossenses 1:10; 2Coríntios 5:9). Ele sabe os benefícios que recebemos da oração e se agradaquando tiramos vantagem plena das bênçãos que ele oferece quando oramos com fé.

Cristo, nosso mediador

Um mediador é alguém que trabalha em benefício de outro. Cristo é nosso Mediador com Deus. Sua mediação foi inicialmente cumprida em suacrucificação, mas estende-se além disso. Temos um simpático SumoSacerdote que nos ajudará (Hebreus 2:10-18). Ele vive sempre para fazerintercessão por aqueles que vêm a Deus através dele (Hebreus 7:22). Assimcomo Jesus foi ouvido em sua oração (Hebreus 5:7), assim Deus promete ouvir e responder às orações de todos os seus filhos fiéis (1 Pedro 3:12). A
permanência ainda de Cristo como nosso Mediador serve como incentivo final (do nosso texto) a orar freqüente, fervorosa e fielmente.

Conclusão

Motivações para orar: o que mais precisamos? Encerro com um incentivo final. “Ora, àquele que é poderoso para fazer infinitamente mais do que tudo quanto pedimos, ou pensamos, conforme o seu poder que opera em nós, a ele seja a glória, na igreja e em Cristo Jesus, por todas as gerações, para todo o sempre. Amém!”
(Efésios 3:20-21).

–por Richard J. Boone

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Testemunhas de Jeová marcam nova data para o “Fim do Mundo”: 2034

















A Torre de Vigia passou todos os limites de bom senso, senso crítico e discordância da Palavra de Deus. Soube com bastante atraso que os líderes desse grupo resolveram acabar com o mundo no ano de 2034, conforme revista A Sentinela, de 15.12.2003, página 15, parágrafos 6 e 7.
Como todos já sabem, a Torre marcou o fim de todos os sistemas mundiais, notadamente do Cristianismo e de todos os cristãos para os seguintes anos: 1914, 1918, 1920, 1925, 1975 e, agora, 2034. A cada profecia não cumprida, esses líderes assinam o próprio atestado de inidoneidade teológica. Isto é, estão despreparados para entender as Escrituras e para ensino.
O novo cálculo para chegar ao ano 2034 é dos mais prosaicos e até hilariantes. Vejam: 1914, somado a 120 de pregação antes do dilúvio (?) resulta no ano de 2034. A liderança torre Testemunhas de Jeová marcam nova data para o Fim do Mundo: 2034do grupo continua com a obsessão por 1914, ano em que Jesus teria vindo de forma invisível. Onde foram buscar essa data? Chegaram a um ponto em que não podem voltar. O único remédio é continuar sustentando o insustentável.







Considero uma falta de respeito com os fiéis seguidores da Torre, já tão massacrados com previsões que nunca se cumprem e com proibições as mais estapafúrdias e antibíblicas.
Já sabemos o que dirão em 2035, quando a profecia não se cumprir. Dirão que seus seguidores compreenderam mal a cronologia bíblica; que não era uma realidade, mas uma possibilidade; que uma nova luz raiou no canal de Jeová; que as testemunhas não precisam ficar desiludidas; que continuem na Torre, a única detentora da verdade. Passados alguns anos, um novo cálculo, uma nova luz, uma nova mentira.
Cito apenas um versículo para desmascarar tais falsos mestres:

“Acerca daquele dia e daquela hora ninguém sabe, nem os anjos dos céus, nem o Filho, mas unicamente o Pai” (Mt 24.36 – Tradução do Novo Mundo das Escrituras Sagradas).

Os falsos profetas não respeitam nem a versão bíblica por eles adotada. Não respeitam nada. Não aceitam de seus vassalos qualquer questionamento. Pairam acima de qualquer suspeita. Ameaçam com exclusão os que duvidarem, e continuam dando sustentação a mentira de que são o canal entre Jeová e oshomens. Jesus tem uma palavra para eles:

“Vós tendes por pai o diabo, e quereis satisfazer os desejos de vosso pai. Ele foi homicida desde o princípio e não se firmou na verdade, porque não há verdade nele. Quando ele profere mentira, fala do que lhe é próprio, porque ele é mentiroso e pai da mentira” (Mt 8.44).

Autor: Pr. Airton Evangelista da Costa, Ministério Palavra da Verdade

Cristãos no Paquistão protestam contra “sapatos de blasfêmia”

















O Movimento de Minorias do Paquistão lançou uma campanha de protesto e boicote contra uma empresa que lançou um modelo de sapato que na parte de trás tem uma cruz, que foi considerada como um “Insulto Sutil”, por colocar em seus pés o símbolo mais importante do cristianismo.

Conforme noticiado na terça-feira pela Agência Fides, o movimento obteve o registro de um “First Information Report” contra Ajub Gull, proprietário da fábrica, na delegacia de Anarkali, por violação do artigo 295a do Código Penal (que pune insultos contra qualquer símbolo religioso).

O sacerdote católico Joseph Louis da Igreja de Maria Imaculada em Lahore, criticou esta blasfêmia contra o cristianismo. “É um fato que humilha e fere gravemente os cristãos. Pedimos às autoridades que empreendam ações imediatas pelo respeito de valores e símbolos religiosos cristãos”.

Organizações cristãs, tais como Masihi Foundation se uniram ao protesto e anunciou uma acção judicial para remover estes sapatos no mercado.

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Perseguições e aflições tais quais me aconteceram em Antioquia, em Icônio, e em Listra; quantas perseguições sofri, e o Senhor de todas me livrou; 2 Timóteo 3:11



E também Saulo consentiu na morte dele. E fez-se naquele dia uma grande perseguição contra a igreja que estava em Jerusalém; e todos foram dispersos pelas terras da Judéia e de Samaria, exceto os apóstolos.
Atos 8:1


E sempre seremos perseguidos, pois cremos no Senhor Jesus e somos cristãos.
Ser cristão é seguir a Cristo e amar ao teu próximo.
E isso irrita muito as trevas, mas não terão poderio sobre nós.

POIS:
Senhor de todas me livrou.
AMÉM

Períodos de Sequidão – O Caminho para a Vitória















Existe uma experiência comum a todo seguidor de Jesus. Estou falando da tremenda queda espiritual que se segue à uma experiência de altas bênçãos ou vitórias. Chamamos essas experiências de “períodos de sequidão”. Elas se parecem com um mergulho profundo na escuridão espiritual, uma imersão nas grandes provações – após termos experimentado um toque especial de Deus.

Meu pai, avô, e bisavô foram todos pastores, e testificaram terem tido essa experiência em suas próprias vidas. E assim também os missionários e evangelistas que visitavam a nossa casa. “Cuidado. Depois de uma grande vitória, o inimigo está sempre ali tentando te abater. Ele quer tomar a sua benção, aleijar a sua fé no Senhor”.

Encontramos períodos áridos incomodando a vida de homens e mulheres de Deus ao longo da Bíblia. É uma experiência comum particularmente aos que caminham próximos ao Senhor.

• Veja Elias
Esse arrojado profeta viveu uma incrível vida de fé. Em um único dia, Deus manifestou Seu poder em Elias de maneiras incríveis. No monte Carmelo, o profeta invocou fogo do céu que consumiu o seu sacrifício juntamente com doze barris de água. Elias então liquidou 400 profetas de Baal. Ao contemplar essa cena impressionante, o povo caiu com o rosto em terra em adoração.

Vemos também Elias operando outros incríveis atos. Ele orou para chover e pôr fim à seca, bem como correndo, ultrapassou a carruagem do rei Acabe em vários quilômetros.

Estou falando de uma gloriosa manifestação do poder de Deus. Foram vitórias incríveis, respostas maravilhosas às orações de um homem de Deus. Elias estava experimentando uma força sobrenatural, o próprio poder do Espírito Santo. Ele ardia com zelo e fé, caminhando em um elevado plano espiritual.

Então, o que se seguiu para Elias? Na mesma hora da sua bênção e revelação, este poderoso profeta mergulhou profundamente em desespero. Por quê? A esposa de Acabe, a rainha Jezabel, ameaçou matá-lo. De repente, de uma hora pra outra, Elias despenca de uma gloriosa vitória para o completo desespero. Uma aridez lhe sobreveio, e seu espírito se enfraqueceu tanto que ele quis morrer.

Elias acabou fugindo de Deus. Ele não conseguia se livrar do desespero, então se escondeu numa caverna clamando, “Senhor, falhei em minha missão. Que propósito há em minha vida?”. Ele experimentava um período de sequidão.

• Veja Israel no mar Vermelho
Eis uma das maiores manifestações de Deus em toda a historia do mundo. Acontecimento algum registrado pela humanidade jamais superou esse como retrato da glória de Deus. Tente imaginar: muralhas enormes de água cresceram em questão de minutos, dividindo o mar em dois. Que milagre incrível para qualquer homem, mulher ou criança testemunhar.

Os israelitas atravessaram em terra seca até o outro lado. E assim que estavam seguros lá, olharam pra trás e viram os opressores egípcios sendo esmagados pelas enormes muralhas de água que caiam sobre eles. Deus havia milagrosamente libertado o Seu povo e lhes dado vitória, e agora eles dançavam com alegria e entoavam louvores. Que elevação espiritual para todos eles.

Então, o que se seguiu a Israel? Três dias depois de sua incrível vitória, eles estavam completamente desencorajados. Tiveram muita sede no deserto, e o poço em Mara onde Deus os guiara estava amargo; tão logo cuspiram a água de suas bocas, a sua fé foi despedaçada. Em apenas três dias eles foram da maior vitória de todos os tempos ao mais profundo vale de desespero – um período de sequidão.

O que estava acontecendo? No mar Vermelho, e no poço de Mara, Deus estava testando o Seu povo: “E ali Deus os testou” (Êxodo 15:25). Simplificando, Deus estava com o povo em seu ponto espiritual mais alto, no entanto Ele estava com eles igualmente em seu ponto mais baixo.

• Veja Davi
Deus disse a esse homem, “Estabelecerei o teu reino perpetuamente”. “Vossa casa e o vosso reino hão de ser estabelecidos eternamente diante de vós” (2 Samuel 7:16).

Quando o Senhor proferiu essa palavra ao Seu servo, Ele se referia à semente de Davi, ou linhagem. Claro, Deus também se referia ao Messias que havia de vir. Nenhum homem poderia ter sido mais abençoado do que Davi com essa promessa.

Após a incrível revelação Davi viveu uma experiência mais gloriosa que a outra. As escrituras repetidamente dizem acerca de sua vida citando, “E ao que se sucedeu, Davi…” relatando vitória após vitória, benção em cima de benção. Com unção impressionante, Davi abateu inimigo atrás de inimigo e restabeleceu as fronteiras de Israel, fortalecendo o reino. Ele desfrutava bênçãos em todos os lados, e ao adorar ao Senhor no templo indaga dEle, “Quem sou eu pra ser tão abençoado por Ti?”.

Então, o que se seguiu a este grande servo de Deus? Foi no ápice do seu período mais vitorioso e abençoado – quando Davi estava tão próximo de Deus, ouvindo-O falar tão claramente, sendo frutífero, vendo promessas maravilhosas se cumprindo – que ele caiu no abismo de uma horrível tentação.

O que se seguiu foi o período de sequidão mais iníquo que Davi poderia experimentar. Lemos a confissão sobre a aridez espiritual que veio sobre ele após sua queda. Davi clama: “Minha alma está prostrada, meus ossos doem, toda alegria se esvai. Eu era tão abençoado, mas agora estou solitário e abatido. Não consigo compreender. Ó Senhor, onde estás?”.

. Veja Daniel
Este homem assentou no seu coração buscar a Deus fielmente intercedendo, jejuando e estudando as escrituras. O Espírito de Deus possuiu Daniel de tal maneira que ele recebeu incríveis visões do céu. E conforme essas grandes revelações chegavam, Daniel proferia poderosas profecias.

Então, o que se seguiu para tal homem de Deus? Daniel foi perseguido, preso e lançado na cova dos leões. Ele testifica ter ficado tão aniquilado que diz “não permaneceu força alguma em mim” (Daniel 10:8). Ele também enfrentou um período de sequidão.

• Veja o apóstolo Paulo
Paulo foi levado ao que ele chama “terceiro céu”, um espaço onde ele testemunhou glórias inexprimíveis. Lhe foram dadas revelações jamais vistas ou ouvidas por qualquer homem ou mulher. Simplificando, Paulo pisou em outro plano, onde vislumbrou algo da glória de Deus.

O que se seguiu para Paulo? Assim que saiu daquele espaço celestial, ele encarou “um mensageiro de Satanás”, que o esbofeteou. Paulo fala de ter sido incomodado naquela ocasião por um espinho na carne. De fato, Paulo entrou imediatamente em um período de batalha espiritual. Os seus escritos mostram-no sendo aprisionado, abandonado por amigos próximos, enfrentando provação após provação. Paulo conheceu bem períodos de sequidão.

• Veja Jesus
Tão logo Cristo saiu das águas do batismo no Jordão, o Espírito Santo desceu sobre Ele como uma pomba. E uma voz trovejou do céu, confirmando-O como “Meu Filho”

O que se seguiu imediatamente para Jesus? Ele foi conduzido direto para o deserto, onde não havia comida ou água. Jesus foi tentado ali de todas as formas por Satanás. Como outros, Cristo foi direto da revelação para a tentação, de uma experiência de proximidade com o Pai, para literalmente um lugar seco.

Quero lhe contar de uma experiência particular

Em 1974 eu estava em uma convenção em Dallas onde falava “dos sofrimentos de Cristo”. No meio da mensagem, o Espírito Santo veio sobre mim e comecei a exaltar o Senhor. Ao erguer minhas mãos aos céus, fui movido a dizer apenas três palavras: “Glória, honra, louvor”.

Num instante, fui arrastado em uma torrente de louvores ao Senhor. Fui enlevado em Espírito, como se elevado fora do auditório. De repente, meus louvores se uniram com o dos anjos e hostes celestes. Senti como se eu fôra uma voz única no coral celestial.

Eu perdi as forças no púlpito enquanto a platéia assistia em silêncio. Havia luz à minha volta, e ficava cada vez mais forte. Parecia que eu estava em algum tipo de atmosfera celestial. Naquele momento, a presença de Jesus era tudo em todos. Eu não tinha desejo de encontrar Moisés ou Abraão, ou até mesmo pessoas queridas que haviam partido. Eu não tinha interesse em ruas de ouro ou mansões. A pergunta “Será que vamos conhecer uns aos outros no céu?” nem mesmo passava na mente. Nenhuma dessas coisas importava. A glória da presença de Deus era totalmente esmagadora. Eu comecei a perceber o quão pouco sabemos sobre a glória de Cristo.

Eu sabia que o que eu experimentava não era resultado de minha santidade. Pelo contrario, eu havia falhado muito com o Senhor. O fato é que eu estava em um espaço de altos louvores a Ele. Hoje eu vejo que isso foi uma resposta de Deus ao clamor da minha alma, ao meu desejo intenso por Ele, à minhas orações por uma revelação maior de Cristo. Estava sendo me concedida uma visão de como os nossos louvores aqui na terra se mesclam com os louvores das hostes celestiais.

Finalmente, despertei da experiência e me sentei. Minha esposa Gwen, que estava no púlpito comigo, ficou aliviada. Demorou um tempo para que eu pudesse voltar a falar.

Ao despertar daquela experiência, pensei, “Tive uma amostra da Sua glória! Esta é a maior revelação da minha vida. Minha carne está derrotada. Jamais voltarei a descer a um vale de desespero. De agora em diante, vou orar como Elias. A carne não pode mais me conter. Revelações e mais revelações vão fluir. Sei que jamais vou perder essa brasa viva”.

Menos de uma semana depois entrei no período mais árido da minha vida. Durante as seis semanas seguintes eu pareci ir das maravilhas celestiais a um vazio agonizante. Eu achara que um crescimento tremendo iria se suceder àquela experiência, que meu anseio pela verdade cresceria e eu teria gozo e paz cada vez mais abundantes. Ao invés disso, os céus pareceram ter se fechado pra mim.

Deus não estava se escondendo de mim, pois Ele promete jamais nos deixar ou abandonar

Um pastor me disse que meu período de sequidão era o meio de Deus me mostrar que experiências emocionais não têm valor. Eu sabia que não era o meu caso. Ninguém poderia tirar a profunda experiência de altos louvores que Deus tinha me dado.

Conforme o tempo passou me convenci de que eu estava compartilhando de uma experiência que muitos outros crentes conheceram: sequidão e provações espirituais depois de uma nova revelação.

Penso em T. Austin-Sparks, consagrado pastor inglês e um dos meus escritores favoritos, que agora está com o Senhor. Pessoas que leram sobre as revelações de Austin-Sparks venderam suas casas e se mudaram para Londres apenas pra ouvir suas pregações. Ele era considerado tão piedoso que até Watchman Nee aprendeu com ele.

Uma mulher americana que também estudou com Austin-Sparks escreveu das confissões que ele fez aos seus alunos sobre seus períodos de sequidão. Ele dizia que cada revelação em sua vida era sucedida por um ataque satânico em seu corpo físico. Ele sofria de uma gastrite terrível com dores de estômago, noites em claro e enorme solidão. Resumindo, este homem pagou um preço por cada toque de renovação e revelação que recebia da glória de Deus.

No livro O Seu grande amor, Austin-Sparks escreve especificamente disto. Ele diz (em paráfrase aproximada minha): “Depois que verdades maravilhosas nos são reveladas, é algo doloroso descobrir que não alcançamos o ápice… Para irmos a estágios mais adiantados da verdade, de revelações – algo precisa acontecer conosco. Atravessamos novas experiências de morte, desolação, vazio, desesperança, a fim de alcançarmos algo mais avançado e profundo na revelação divina. Achávamos que havíamos chegado à plenitude do pensamento de Deus. Achávamos que estávamos realmente crescendo e enxergando. E então tudo isso é como se fosse nada… A minha experiência é que através de uma história assim com Deus – ou seja, de uma história de repetidas desolações e vazios após desvendamentos maravilhosos e revelações – você é arrancado daquele lugar seco para novamente ir mais além, à revelações maiores. E sua visão é ampliada…”.

Houve tempos durante meu ministério quando fui privilegiado de ser companheiro de grandes homens de Deus, como Leonard Ravenhill, que escreveu Por que tarda o avivamento. Algumas vezes esses homens compartilharam comigo suas profundas experiências em seus períodos de sequidão. Interiormente eu rechaçava isso; no meu zelo juvenil eu pensava, “Não pode ser. Esse homem é um gigante na fé. Senhor, aonde ele tem falhado a ponto de chegar a um deserto destes?”.

Eu não entendia a profunda e impressionante obra do Espírito que Deus opera em terra seca.

Veja o exemplo do apóstolo Pedro

Jesus havia acabado de ser crucificado e sepultado quando Pedro e os discípulos decidiram se encontrar. Eles se reuniam à portas fechadas, temendo por suas vidas, quando ouviram essas maravilhosas palavras: “Ele vive!”.

De repente, Jesus entra através da porta fechada com Seu corpo ressuscitado e lhes diz: “Não temais, sou Eu o Senhor”.

Agora me diga: se você estivesse ali naquela hora, não diria que esta tinha sido a mais incrível visão que poderia testemunhar em sua vida? Pense nisso: você vê o Cristo ressurrecto com os seus próprios olhos, pouco antes de Ele ascender ao Seu trono celestial. Lhe é permitido tocá-Lo, abraçá-Lo, sentar-se, comer com Ele.

Antes de partir Jesus lhe ordena ir por todo mundo pregando e batizando, expulsando demônios e curando os doentes. E promete que Sua presença jamais se apartará de você: “Irei contigo até os confins da terra”.

Digo que qualquer crente naquela sala consideraria isso a maior revelação, o mais glorioso momento que alguém poderia experimentar na terra. Qualquer um deixaria aquele local achando “Vou ter um ministério milagroso. Jesus disse isso. Ele vai me usar como jamais eu havia imaginado”.

Diga-me, essa experiência não construiria em você um reservatório de fé? Você não ficaria convencido a jamais voltar a duvidar novamente?

No entanto, o que se seguiu à maior de todas as alturas espirituais? “Pedro disse a eles, vou pescar” (João 21:3). Seis dos discípulos seguiram Pedro ao lago, na verdade voltando às suas vidas comuns como pescadores. Por quê? O que houve com o grande ministério para o qual Jesus os havia chamado?

Esses homens haviam caído em grande tristeza. Era algo sobre o qual Jesus os havia prevenido de antemão: “Em pouco tempo vocês não me verão mais… e todos vocês lamentarão” (v. 16:19-20). Cristo sabia que esses consagrados seguidores passariam por um período de muito abatimento. Eles seriam esmagados pela ausência física dEle em suas vidas. Não haveria mais comunhão face à face com Ele; muito embora tivesse prometido que estaria com eles, parecia que os estava deixando à própria sorte.

Austin-Sparks registra: “Há vezes em que o Senhor deixa que nos sintamos abandonados, quando Ele parece trancar os céus e não há comunicação de um lado para o outro. Tudo que buscávamos, toda a nossa expectativa – parece ter chegado ao fim, se despedaçado. Tudo parece estar em ruínas” (minha paráfrase aproximada).

Você já experimentou períodos de sequidão como esses?

Eu mostrei exemplos dos altos e baixos de grandes figuras da Bíblia. Descrevi uma de minhas próprias experiências áridas e as de T. Austin-Sparks. Eu lhe pergunto, que experiência você teve com altos e baixos espirituais extremos?

Eu relembro: o período de sequidão – o abatimento no seu espírito – é conhecido principalmente daqueles que Deus pretende usar; de fato, é comum a todo aquele que Ele prepara para se aprofundar e avançar mais em Seus caminhos.

Ao olhar atrás para a sua própria experiência árida, pergunte-se: tal período foi o que se seguiu a um renovo do Espírito em sua vida? Talvez você tenha vivido um despertar de renovação. Você voltou à oração sincera, pedindo ao Senhor: “Toca-me, Jesus. Eu me sinto morno. Tenho consciência de que meu trabalho para contigo não está avançando como deveria. Estou faminto por Ti mais do que jamais estive antes. Quero zelo pela Tua obra: orar pelos doentes, salvar os perdidos, trazer esperança aos que a perderam. Renova-me, Senhor. Quero ser usado para o Teu reino em maior medida”.

Por ter se tornado sério com Deus, suas orações começaram a se respondidas. Você começou a ouvir a voz de Deus claramente. A intimidade com Ele estava maravilhosa, seu zelo estava crescendo, e você sentia o mover dEle em sua vida tão claramente.

Então, um dia, você acordou e os céus pareceram frios como metal. Você foi excluído e não sabia por que. As orações pareciam uma agonia, e você não ouvia a voz de Deus como antes. Seus sentimentos pareciam mortos, seu espírito seco e vazio. Desde então você tem tido de viver apenas pela fé.

Amado, não entre em pânico! E não se culpe. Eu conheço esse tipo de mergulho pessoalmente, do ponto mais alto da montanha até o fundo do poço. Pedro fala disso especificamente, aconselhando-nos a não pensar que algo estranho esteja acontecendo conosco: “Não estranheis a estranha provação que vem sobre vós para vos experimentar, como se coisa estranha vos acontecesse. Mas regozijai-vos por serdes participantes das aflições de Cristo, para que também na revelação de sua glória vos regozijeis e exulteis” (1 Pedro 4:12-13).

Oro para que o Espírito Santo nos ajude a entender porque Deus permite esses períodos de abatimento, de sequidão

O Senhor permite os nossos períodos de sequidão porque Ele está buscando algo em nossas vidas. Quando acordei para a sequidão um dia depois de minha experiência de ápice das alturas em Dallas, eu fiquei introspectivo. Tentei retraçar meus passos para ver onde eu poderia eventualmente ter saído do trilho. Conforme examinei meu coração, terminei me culpando por ter cabeça dura, pensando ser incapaz de “obter” as coisas profundas de Deus.

Recentemente, encontrei algumas anotações que tinha feito durante aquele período de sequidão. As seguintes anotações são de um período de 1979:

“Será que esse meu período de sequidão é resultado de eu depender tanto de minhas emoções? Será que é porque não me entrego suficientemente ao Senhor? Será que Ele está zangado comigo?… Eu sei que isso é mais do que simplesmente ‘não estou bem’. Nunca duvidei de Seu amor por mim, mas por que tenho essa sensação de não ouvir a Sua voz?… De algum modo Senhor, eu sei que vou sair dessa sequidão. Sei que o Senhor cumprirá Tuas promessas feitas a mim. O Senhor vai transformar o meu deserto em um rio de amor”.

A verdade é que se você está em terra seca, está no caminho para grandes milagres

Deus insiste em que é necessário termos “terra seca” em nosso caminho pelo mar Vermelho. Ele disse a Israel, “atravessem o mar em terra seca” (Êxodo 14:16,itálicos meus). Surpreendentemente, Deus usa esta frase quatro vezes, mandando que o Seu povo “avance caminhando sobre terra seca”.

Vemos essa frase novamente quando Israel estava prestes a entrar em Canaã. Eles cruzaram o Jordão em terra seca no seu caminho para a Terra Prometida.

Simplificando, terra seca é um caminho. E se você está nele, então você está indo pra algum lugar; não está perdendo terreno ou andando pra trás; o seu deserto é o plano do Senhor, obra dEle em sua vida, milagres dEle a serem realizados. Você está se movendo em direção à uma revelação, à uma nova vitória em Cristo, a caminho de algo maior.

As escrituras provam isso. Repare onde o faraó e seus exércitos foram derrotados: na terra seca concedida por Deus. Terra seca é o local exato onde o Diabo virá atrás de você. Ele quer lhe atacar enquanto você está no seu ponto mais fraco. No entanto, é nessa mesma terra seca que o Senhor derruba “os carros de guerra” dos principados e potestades de Satanás.

“As águas, tornando, cobriram os carros e os cavaleiros, todo o exercito de Faraó, que atrás deles havia entrado no mar; ficou nem sequer um deles” (Êxodo 14:28). Em termos simples, o nosso inimigo é derrotado em terra seca.

Deus está nos dizendo em essência: “Eu quero que você aprenda a seguir em frente com fé – não segundo uma visão ou uma voz, mas quando estiver em meio a um período de sequidão. Quero que você confie que quando não puder ouvir a Minha voz ou enxergar adiante – quando estiver em terra seca – Eu estou te conduzindo a algum lugar”.

Além disso, o Senhor promete que de nossos períodos de sequidão, nova vida vai brotar. Ele irá tornar a terra seca em fontes de água fresca:

“Os aflitos e necessitados buscam águas, e não as há, e a sua língua se seca de sede; mas eu, o Senhor, os ouvirei, eu, o Deus de Israel, não os desampararei. Abrirei rios nos altos desnudos e fontes no meio dos vales; tornarei o deserto em açudes de águas e a terra seca, em mananciais. Plantarei no deserto o cedro, a acácia, a murta e a oliveira; conjuntamente, porei no ermo o cipreste, o olmeiro e o buxo, para que todos vejam e saibam, considerem e juntamente entendam que a mão do Senhor fez isso, e o Santo de Israel o criou” (Isaías 41: 17-20, itálicos meus).

Prezado santo, você está seco? Deus está lhe dizendo, “Breve você verá a colheita. Onde antes era terra seca, vida irá florescer aos seus pés. E Eu a criei! Se aquiete, e veja o que farei por ti em terra seca”.

por: David Wilkerson

Alice Cooper: de pacto com o diabo a professor de EBD






















O roqueiro Alice Cooper tem um passado de álcool, drogas, sexo livre e um suposto pacto com o diabo. Toda vez que Vincent Furnier (seu nome verdadeiro) “encarnava” Alice (nome de uma bruxa que viveu no século 17) no palco ele cantava sobre a vida nas trevas e atacava o cristianismo.

Seus shows envolviam sangue falso, cadeiras elétricas e cobras vivas. Como quase todos os astros de heavy metal, durante anos pairou a desconfiança que ele tinha feito um pacto demoníaco em troca de sucesso.


Hoje, aos 63 anos, em alguns domingos por ano ele é professor de EBD em sua igreja local no Arizona, EUA. Ele explica: “Certamente as pessoas percebem isso agora. Alice é apenas um personagem que odiava ir à igreja, mas eu vou todos os domingos.”

Quando criança, Cooper frequentava uma igreja, na Pensilvânia, fundada por seu avô e onde seu pai foi pastor. Mas ele se afastou de Deus na adolescência para perseguiu o sonho de ser um astro da música.

Sua vida vem mudando desde 1981, quando sua filha Calico nasceu. O primeiro passo foi largar a bebida. “Antes da Cali chegar eu estava um festa sem fim, alimentado por garrafas de uísque e caixas de cerveja.”

Hoje o sexagenário Vincent Furnbier ainda faz shows como Alice Cooper, mas garante que isso não muda a sua fé.

Fonte: Gospel Prime / Portal Padom





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Mas o SENHOR nas alturas é mais poderoso do que o ruído das grandes águas e do que as grandes ondas do mar. Salmos 93:4
Porque o SENHOR resgatou a Jacó, e o livrou da mão do que era mais forte do que ele. Jeremias 31:11
O SENHOR Deus dos Exércitos, quem é poderoso como tu, SENHOR, com a tua fidelidade ao redor de ti? Salmos 89:8

Alice Cooper pretende presentear Lady Gaga com uma Bíblia Sagrada















Segundo o site Noticias Cristiana, a estrela do rock Alice Cooper, 63 anos, presenteará a sua amiga a cantora Lady Gaga com uma Bíblia Sagrada e uma assinatura da revista Good Housekeeping [Boa dona de casa].

Em entrevista a um semanário inglês o New Music Express, ele afirma que conhece muito bem a cantora Lady Gaga e entende o que ela passa.

“Ela criou uma personagem chamada Gaga. A minha personagem chama-se Alice Cooper. Não sou Alice agora, mas serei à noite. Entenda, ela escreve músicas para a sua personagem, eu escrevo para Alice. Na verdade, parecemo-nos muito um com o outro. Acho que ela é ótima. Talvez lhe dê uma Bíblia também…”

Em uma entrevista recente, a estrela do rock, Alice Cooper confirmou a sua conversão ao cristianismo. “A Bíblia não diz que com o meu trabalho não posso acreditar em Cristo.”

Portal Padom

Milhares de menores sofreram abusos sexuais na Igreja católica da Holanda




















padre pedofilia 300x243 Milhares de menores sofreram abusos sexuais na Igreja católica da Holanda Números divulgados por uma comissão independente de investigação apontam que entre 1945 e 2010 milhares de menores sofreram abusos sexuais dentro da Igreja Católica na Holanda. Os abusos relatados vão desde leves contatos físicos até a penetração completa.

“Várias dezenas de milhares de menores enfrentaram formas leves, graves ou muito graves de condutas sexuais que ultrapassavam os limites entre 1945 e 2010 na Igreja católica holandesa”, indicou um comunicado da comissão, cuja investigação teve início no dia 24 de agosto.

Ao todo foram 1.795 casos e 800 suposto autores desses crimes foram identificados, os acusados são ou fizeram parte do clero holandês, destes 105 ainda estão vivas. “O problema dos abusos sexuais era conhecido pelas ordens (religiosas) e pelas dioceses da Igreja católica holandesa”, indicou o informe da comissão.

O texto diz que a igreja fez vistas grossas diante dos casos e não tomaram ações adequadas para impedir que os abusos sexuais continuassem acontecendo.

Diante desse relatório, os bispos holandeses pediram desculpas às vítimas de abusos sexuais cometidos por membros da instituição. “Compadecemo-nos das vítimas e apresentamos a elas nossas sinceras desculpas”, diz o texto divulgado nessa sexta-feira, 16.

Não é só na Holanda que a Igreja Católica se envolveu em escândalos parecidos. Na Áutria, Bélgica, Irlanda, Alemanha e Estados Unidos também há milhares de relatos como os apresentados ex-ministro da Educação de Holanda,Wim Deetman.

Com informações G1 e Terra



 

12.16.2011

Salmos 53



















Disse o néscio no seu coração: Não há Deus. Têm-se corrompido, e cometido abominável iniqüidade; não há ninguém que faça o bem.

Deus olhou desde os céus para os filhos dos homens, para ver se havia algum que tivesse entendimento e buscasse a Deus.

Desviaram-se todos, e juntamente se fizeram imundos; não há quem faça o bem, não, nem sequer um.

Acaso não têm conhecimento os que praticam a iniqüidade, os quais comem o meu povo como se comessem pão? Eles não invocaram a Deus.

Ali se acharam em grande temor, onde não havia temor, pois Deus espalhou os ossos daquele que te cercava; tu os confundiste, porque Deus os rejeitou.

Oh! se já de Sião viesse a salvação de Israel! Quando Deus fizer voltar os cativos do seu povo, então se regozijará Jacó e se alegrará Israel.
Salmos 53:1-6

Os Anjos, e o Anjo do Senhor




















“E subiu o Anjo do SENHOR de Gilgal a Boquim e disse: Do Egito vos fiz subir, e vos trouxe à terra que a vossos pais tinha jurado, e disse: Nunca invalidarei o meu concerto convosco.” Jz 2.1


A Bíblia menciona freqüentemente os anjos; o presente estudo provê uma noção geral do ensino bíblico a respeito dos anjos.

ANJOS.
A palavra “anjo” (hb. malak; gr. angelos) significa “mensageiro”. Os anjos são mensageiros ou servidores celestiais de Deus (Hb 1.13,14), criados por Deus antes de existir a terra (Jó 38.4-7; Sl 148.2,5; Cl 1.16).
(1) A Bíblia fala em anjos bons e em anjos maus, embora ressalte que todos os anjos foram originalmente criados bons e santos (Gn 1.31). Tendo livre-arbítrio, numerosos anjos participaram da rebelião de Satanás (Ez 28.12-17; 2Pe 2.4; Jd 1.6; Ap 12.9; ver Mt 4.10 nota) e abandonaram o seu estado original de graça como servos de Deus, e assim perderam o direito à sua posição celestial.
(2) A Bíblia fala numa vasta hoste de anjos bons (1Rs 22.19; Sl 68.17; 148.2; Dn 7.9-10; Ap 5.11), embora os nomes de apenas dois sejam registrados nas Escrituras: Miguel (Dn 12.1; Jd 1.9; Ap 12.7) e Gabriel (Dn 9.21; Lc 1.19,26). Segundo parece, os anjos estão divididos em diferentes categorias: Miguel é chamado de arcanjo (lit.: “anjo principal”, Jd 9; 1 Ts 4.16); há serafins (Is 6.2), querubins (Ez 10.1-3), anjos com autoridade e domínio (Ef 3.10; Cl 1.16) e as miríades de espíritos ministradores angelicais (Hb 1.13,14; Ap 5.11).
(3) Como seres espirituais, os anjos bons louvam a Deus (Hb 1.6; Ap 5.11; 7.11), cumprem a sua vontade (Nm 22.22; Sl 103.20), vêem a sua face (Mt 18.10), estão em submissão a Cristo (1Pe 3.22), são superiores aos seres humanos (Hb 2.6,7) e habitam no céu (Mc 13.32; Gl 1.8). Não se casam (Mt 22.30), nunca morrerão (Lc 20.34-36) e não devem ser adorados (Cl 2.18; Ap 19.9,10). Podem aparecer em forma humana (geralmente como moços, sem asas, cf. Gn 18.2,16; 19.1; Hb 13.2).
(4) Os anjos executam numerosas atividades na terra, cumprindo ordens de Deus. Desempenharam uma elevada missão ao revelarem a lei de Deus a Moisés (At 7.38; Gl 3.19; Hb 2.2). Seus deveres relacionam-se principalmente com a obra redentora de Cristo (Mt 1.20-24; 2.13; 28.2; Lc 1—2; At 1.10; Ap 14.6,7).
Regozijam-se por um só pecador que se arrepende (Lc 15.10), servem em prol do povo de Deus (Dn 3.25; 6.22; Mt 18.10; Hb 1.14), observam o comportamento da congregação dos cristãos (1Co 11.10; Ef 3.10; 1Tm 5.21), são portadores de mensagens de Deus (Zc 1.14-17; At 10.1-8; 27.23-24), trazem respostas às orações (Dn 9.21-23; At 10.4); às vezes, ajudam a interpretar sonhos e visões proféticos (Dn 7.15-16); fortalecem o povo de Deus nas provações (Mt 4.11; Lc 22.43), protegem os santos que temem a Deus e se afastam do mal (Sl 34.7; 91.11; Dn 6.22; At 12.7-10), castigam os inimigos de Deus (2Rs 19.35; At 12.23; Ap 14.17—16.21), lutam contra as forças demoníacas (Ap 12.7-9) e conduzem os salvos ao céu (Lc 16.22).
(5) Durante os eventos dos tempos do fim, a guerra se intensificará entre Miguel, com os anjos bons, e Satanás, com suas hostes demoníacas (Ap 12.7-9).
Anjos acompanharão a Cristo quando Ele voltar (Mt 24.30-31) e estarão presentes no julgamento da raça humana (Lc 12.8,9).

O ANJO DO SENHOR.
É mister fazer menção especial ao “Anjo do SENHOR” (às vezes, “o Anjo de Deus”), um anjo incomparável que aparece no AT e no NT.
(1) Seu primeiro aparecimento foi a Agar, no deserto (Gn 16.7); outros aparecimentos incluíram pessoas como Abraão (Gn 22.11,15), Jacó (Gn 31.11-13), Moisés (Êx 3.2), todos os israelitas durante o êxodo (Êx 14.19) e mais tarde em Boquim (Jz 2.1,4), Balaão (Nm 22.22-36), Josué (Js 5.13-15, onde o príncipe do exército do SENHOR é mais provavelmente o Anjo do SENHOR), Gideão (Jz 6.11), Davi (1Cr 21.16), Elias (2Rs 1.3-4), Daniel (Dn 6.22) e José (Mt 1.20; 2.13).
(2) O Anjo do SENHOR realizou várias tarefas semelhantes às dos anjos, em geral. Às vezes, simplesmente trazia mensagens do Senhor ao seu povo (Gn 22.15-18; 31.11-13; Mt 1.20). Noutras ocasiões, Deus enviava o seu anjo para suprir as necessidades dos seus (1Rs 19.5-7), para protegê-los do perigo (Êx 14.19; 23.20; Dn 6.22) e, ocasionalmente, destruir os seus inimigos (Êx 23.23; 2Rs 19.34,35; Is 63.9). Quando o próprio povo de Deus rebelava-se e pecava grandemente, este anjo podia ser usado para destruí-lo (2Sm 24.16,17).
(3) A identidade do anjo do Senhor tem sido debatida, especialmente pelo modo como ele freqüentemente se dirige às pessoas. Note os seguintes fatos:

em 2.1, o anjo do Senhor diz: Do Egito Eu vos fiz subir, e Eu vos trouxe à terra que a vossos pais Eu tinha jurado, e Eu disse: Eu nunca invalidarei o meu concerto convosco (o grifo dos pronomes foi acrescentado). Comparada esta passagem com outras que descrevem o mesmo evento, verifica-se que eram atos do Senhor, o Deus do concerto dos israelitas. Foi Ele quem jurou a Abraão, a Isaque e a Jacó que daria aos seus descendentes a terra de Canaã (Gn 13.14-17; 17.8; 26.2-4; 28.13); Ele jurou que esse concerto seria eterno (Gn 17.7), Ele tirou os israelitas do Egito (Êx 20.1,2) e Ele os levou à terra prometida (Js 1.1,2).
Quando o anjo do Senhor apareceu a Josué, este prostrou-se e o adorou (Js 5.14). Essa atitude tem levado muitos a crer que esse anjo era uma manifestação do próprio Senhor Deus; do contrário, o anjo teria proibido Josué de adorá-lo (Ap 19.10; 22.8-9).
Ainda mais explicitamente, o anjo do Senhor que apareceu a Moisés na sarça ardente disse, em linguagem bem clara: “Eu sou o Deus de teu pai, o Deus de Abraão, o Deus de Isaque e o Deus de Jacó” (Êx 3.6; ver Gn 16.7 nota; Êx 3.2 nota).


(4) Porque o anjo do Senhor está tão estreitamente identificado com o próprio Senhor, e porque ele apareceu em forma humana, alguns consideram que ele era uma aparição do Cristo eterno, a segunda pessoa da Trindade, antes de nascer da virgem Maria.
Autor desconhecido.



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Salmos 91

 10 nenhum mal te sucederá, nem praga alguma chegará à tua tenda.

11 Porque aos seus anjos dará ordem a teu respeito, para te guardarem em todos os teus caminhos.
Nenhum mal te sucederá, nem praga alguma chegará à tua tenda.
Salmos 91:10

Creia nesta promessa que Deus lhe faz.

Paz seja contigo amado irmão.

Nenhum mal te sucederá, nem praga alguma chegará à tua tenda.

Porque aos seus anjos dará ordem a teu respeito, para te guardarem em todos os teus caminhos.
Salmos 91:10-11




Nenhum mal te sucederá, nem praga alguma chegará à tua tenda.
Salmos 91:10
Nenhum mal te sucederá, nem praga alguma chegará à tua tenda.
Salmos 91:10

Nenhum mal te sucederá, nem praga alguma chegará à tua tenda.

Porque aos seus anjos dará ordem a teu respeito, para te guardarem em todos os teus caminhos.
Salmos 91:10-11
Nenhum mal te sucederá, nem praga alguma chegará à tua tenda.

Porque aos seus anjos dará ordem a teu respeito, para te guardarem em todos os teus caminhos.
Salmos 91:10-11




Nenhum mal te sucederá, nem praga alguma chegará à tua tenda.

Porque aos seus anjos dará ordem a teu respeito, para te guardarem em todos os teus caminhos.
Salmos 91:10-11

Porque aos seus anjos dará ordem a teu respeito, para te guardarem em todos os teus caminhos.
Salmos 91:11

Porque aos seus anjos dará ordem a teu respeito, para te guardarem em todos os teus caminhos.
Salmos 91:11

Pecado e Sofrimento

















João 9.1-12

Quando viramos a página do Antigo Testamento para o Novo penetramos num mundo de batalha espiritual que parece ser muito diferente à primeira vista. Nos três primeiros evangelhos, expulsar demônios constitui parte significativa do ministério e serviço de Jesus Cristo.

Também caracteriza, em proporções menores, as obras dos discípulos de Jesus. Há diferenças entre o Antigo Testamento e Mateus, Marcos, Lucas e Atos? E entre esses quatro livros e o restante do Novo Testamento?

Como nós percebemos as diferenças? Quais são as implicações em relação à forma como Deus nos chama para travar uma batalha espiritual? Essas são as perguntas que iremos examinar.

1 - UMA PROBLEMÁTICA INICIAL
Não há qualquer dúvida de que tanto Jesus quanto os apóstolos expulsaram demônios. Contudo, sua visão de mundo teológica, sua compreensão do que é realizado e seus métodos diferem de maneira significativa das práticas atuais do MME.

Os adeptos do MME apresentam duas grandes argumentações baseadas no fato de que Jesus identificou demônios, ouviu, falou com eles e os expulsou. Eles alegam que pelo fato de Jesus e os apóstolos terem expulsado demônios nós devemos fazer o mesmo.

Embora eles citem outras passagens na Bíblia, tais citações simplesmente servem como esteio para as argumentações dos evangelhos. Eles também declaram que pelo fato do MME não ser proibido por Jesus, nem no resto do Novo Testamento, não há razão para não usá-lo.

Obviamente queremos seguir a Jesus, fazer o que ele fez e viver como ele viveu. Cristo é o nosso modelo de fé, vida e ministério. Opor-se ao MME parece algo petulante ou, pelo menos, parece depender de um argumento proveniente do silêncio.

A oposição ao MME é baseada em preconceito contra o sobrenatural? Ela provém de uma teologia corrompida por hipóteses naturalistas ou do desconforto de confrontos com as forças do mal além de nosso controle?

Contra todos esses pontos de vista, a Bíblia não ensina a travar uma batalha espiritual usando o MME. Ao contrário, as Escrituras nos ensinam um modo diferente de viver e lutar contra nosso antigo inimigo.

2 - OS VÍNCULOS COM O DOMÍNIO DAS TREVAS
A chave para compreender a batalha espiritual no ministério de Jesus é perceber que ele montou uma dupla ofensiva contra as forças do mal. Cristo empregou dois métodos de batalha diferentes para se dirigir às duas facetas das obras malignas do diabo.

As Escrituras e o discurso do dia a dia usam a palavra "mal" de duas formas distintas, o mal circunstancial e o mal moral. Eclesiastes 9.3 ilustra ambos. Nós cometemos e experimentamos o mal; o domínio das trevas é constituído de pecado e sofrimento.

Por um lado, o mal implica responsabilidade: isso significa pecado, maldade, iniquidade, mentiras. Esse é o mal moral. Isso é o que Deus

quis dizer quando falou que Jó "teme a Deus e afasta-se do mal". Deus abomina o mal moral porque ele é santo. Mas o desejo de Satanás é nos atrair para o mal moral, tornando-nos semelhantes a ele e nos dominando. Quando a Bíblia nos diz que o Filho de Deus veio para destruir as obras do diabo, ela se refere, antes de tudo, ao mal moral.

Por outro lado, o mal implica consequências: isso significa sofrimento, fadiga, acontecimentos desagradáveis e prejudiciais, morte. Esse é o mal circunstancial. Jó usou a palavra "mal" dessa forma quando ele gritou em agonia (Jó 30.25-26). Uma característica do mal circunstancial é que ambos, Deus e Satanás, podem utilizá-lo, embora, é claro, com intenções opostas.

A intenção de Satanás é nos prejudicar, afli-indo-nos com um mal circunstancial tal que, por fim, nos mata. Deus emprega e utiliza o mal circunstancial também, mas pelo fato de ser santo, sua intenção é disciplinar ou amaldiçoar os pecadores, purificar a fé de seu povo e julgar os rebeldes.

Obviamente, os dois significados de mal estão estreitamente ligados. O mal moral causa o mal circunstancial; o pecado é a picada que causa a morte. O sofrimento é a consequência do pecado de duas maneiras: primeiro, o pecado causa o sofrimento de outras pessoas; segundo, o pecado receberá o justo troco, mais cedo ou mais tarde. Satanás, é claro, explora tanto o mal moral quanto o circunstancial para os seus propósitos malignos.

O panorama geral é grandioso e devastador. O mal abrangente define a condição e o dilema humano. Da mesma forma, o bem igualmente abrangente — perdão e graça — define o dom de Deus em Cristo. A misericórdia de Deus pelos pecadores oferece perdão justo e acaba com o poder do pecado dominante. A misericórdia de Deus pelos aflitos derrota os inimigos e nos firma no paraíso.

3 - MAL MORAL CONTRA MAL CIRCUNSTANCIAL
A distinção entre mal moral e mal circunstancial nos leva a uma questão vital. Satanás é claramente um mentiroso que provoca o mal moral e um assassino que aplica o mal circunstancial.

Em vários lugares os seus demônios são descritos com capacidade de agir de duas formas. Eles são mentirosos: as Escrituras alertam para as "doutrinas dos demônios" e espíritos de falsos profetas.

Eles são atormentadores: Saul foi atormentado; outros sofreram cegueira, convulsões e coisas semelhantes.

Portanto, quando encontramos os espíritos imundos que endemoninham as pessoas em Mateus, Marcos, Lucas e Atos, devemos perguntar o que estavam fazendo: estão levando as pessoas a cometerem pecados, estão machucando as pessoas, ou as duas coisas? Podemos imaginar que eram mentirosos, que podiam manter as pessoas em escravidão moral, que podiam atormentar e que podiam fazer tudo isso ao mesmo tempo.

Mas a resposta das Escrituras é clara e inesperada. Deus, constantemente, retrata a possessão demoníaca como males circunstanciais que machucam e maltratam as pessoas (Mc 3.10). "Endemoninhamento" é um fato reconhecido pela sua expressão por meio de condições miseráveis como cegueira, surdez, paralisia, demência e ataques repentinos.

Os pecados como descrença, medo, raiva, lascívia e outros vícios indicam o senhorio moral de Satanás, mas nunca o "endemoninhamento" defendido pelo MME. As pessoas são vítimas de sofrimentos demoníacos, assim como elas são vítimas de deficiências, cegueiras ou doenças meramente psicológicas.

Isso explica porque os endemoninhados estão incluídos nas listas dos doentes aos quais Jesus cura e porque, no Novo Testamento, é tão comum encontrarmos casos de endemoninhamento.

Endemoninhamento não é algo pavoroso ou moralmente mais passível de acusação do que uma febre. A expulsão de demônios foi feita para aliviar o sofrimento. Por exemplo, a mulher com um espírito de enfermidade que não a deixava andar direito é comparada a um boi ou jumento sedento que precisa ser amarrado e levado para beber água (Lc 13.10-17). Jesus cura o endemoninhado, assim como ele o faz com os outros doentes. O resultado de uma

libertação como essa é alívio, paz e restauração das capacidades mental e física. Ela não leva diretamente para uma melhora moral, exceto pelo fato de que o milagre induz a uma fé agradecida a Jesus.

Nós devemos atentar que, às vezes nas Escrituras, a doença é uma maldição por causa de um pecado em particular como aconteceu com o endemoninhamento de Saul. Nos evangelhos, contudo, a doença aparece, com maior frequência, como parte de uma maldição geral. Jesus, geralmente, trata dos doentes sob o ângulo de sofredores que necessitam de alívio, não de pecadores que precisam de arrependimento.

Ele desafiou os discípulos quando procuraram um elo de causa e efeito para o homem cego em João 9: "Quem pecou, este ou seus pais?" O homem era cego. Jesus disse que as obras de Deus deveriam ser reveladas por meio dele e não porque ele ou seus pais deveriam ser repreendidos.

O mesmo é verdade para o exorcismo em todo o Novo Testamento. A bondade e glória de Deus são reveladas, os endemoninhados nunca são retratados como culpados por suas aflições. Isso não significa que os doentes não sejam pecadores. Sem arrependimento, fé e obediência, quem foi temporariamente curado terá de enfrentar sofrimentos muito piores — a ameaça do inferno (Mc 2.5; Jo 5.14).

Está bem claro nos evangelhos que uma pessoa "tem" um espírito imundo da mesma forma que "tem" uma febre, convulsões ou paralisia de um membro. Contrário ao ensinamento do MME, os espíritos imundos nunca estão envolvidos no fato de manter as pessoas em escravidão pela descrença e pelo pecado.

Eles nunca são retratados como partes pecadoras da personalidade humana. Ao contrário, eles são parte da maldição que nosso Salvador veio reverter.

O ensino do Novo Testamento não vincula demônios aos tipos de pecado do indivíduo endemoninhado nem ao impacto dos pecados dos outros. A única exceção a isso comprova a regra.

Em várias ocasiões nos evangelhos, a possessão demoníaca está especificamente ligada ao mal moral (Mt 11.18; Mc 3.21-30; Lc 7.33; Jo 7.20; 8.48-52; 10.20). Mas todos esses casos são de erro de diagnóstico. João Batista e Jesus são falsamente acusados de serem moralmente endemoninhados. Jesus foi acusado de praticar o mal com insanidade blasfema.

Há somente dois casos de pessoas possuídas por demônios que podem ser interpretados como ligados ao mal moral: o geraseno (Mc 5.1-20) e a jovem adivinhadora de Filipos (At 16.16-18). Mas no primeiro caso, as Escrituras enfatizam o seu comportamento bizarro e incansável senso de perturbação, mas o texto não diz que a situação era resultado de pecado dele ou de sua família. No caso da jovem adivinhadora, não é feito qualquer avaliação moral dela.

O pecado não é identificado como a causa do endemoninhamento, nem está ligado à perturbação do pecado. Os demônios - e o MME — são bem distintos de qualquer coisa relacionada à batalha espiritual com pecados do coração das pessoas.

4 - MÉTODOS DIFERENTES PARA MALES DIFERENTES
No começo do ministério público de Jesus, Satanás veio confrontá-lo, tentando-o com o mal moral. Mas Jesus resistiu ao diabo, confiando na Palavra de Deus e obedecendo-a.

Semelhantemente, quando Jesus falou sobre as ações, crenças, motivos e reações de outras pessoas ele as chamou para o arrependimento, para a confiança na Palavra de Deus e obediência a ela. A lição é clara: sempre que Jesus enfrentava as tentativas de Satanás de estabelecer ou manter o senhorio do mal moral, ele utilizava o método clássico de batalha espiritual, e não o MME.

Foi quando Jesus se deparou com sofredores que ele utilizou com frequência um método de combate diferente. Contra o mal circunstancial ele utilizou o seu poder misericordioso para livrar as pessoas e atraí-las para si. No caso do endemoninhado, Jesus realmente praticou o exorcismo, mas para outros sofredores trouxe alívio, operando curas, ressurreições, multiplicando pães e peixes e acalmando a tempestade.

Da mesma maneira, Jesus enfrentou os sofrimentos circunstanciais e ainda que tivesse poder, ele não fez uso dele para o seu próprio benefício, como transformar pedras em pães. Quando Satanás veio contra ele, Jesus sofreu como o Cordeiro de Deus. Sua ressurreição ocorreu após ele obedecer ao Pai em todas as coisas.

E foi o Pai quem o ressuscitou. "Agora, o dominador deste mundo foi vencido", disse Jesus e a sua vitória veio pelo método que estamos chamando de "clássico". Na oração do Pai Nosso ele nos ensinou a orar: "Não nos deixes cair em tentação, mas livra-nos do mal". Ou seja, colocando nas mãos do Pai a capacidade de nos livrar do mal.

De um lado, os evangelhos narram um longo "confronto de poder" entre Jesus e os males que fustigam as pessoas.

Tudo estava sob a autoridade de Jesus: febres, pães, o clima e também os demônios. Por outro lado, os evangelhos narram um longo "encontro da verdade" entre Jesus e o mal moral que contende ou toma conta do coração humano. Afinal, a batalha espiritual verdadeira envolve o mal moral e não o circunstancial.

O médico pode dar remédio para baixar a pressão sanguínea, como o MME alivia temporariamente o mal circunstancial. Mas ele desafia o paciente a parar de fumar, beber e devorar comidas não saudáveis — mal moral. Este último é o campo de batalha decisivo.

5- HOUVE MUDANÇA DE MÉTODO?
O modo do Antigo Testamento de combater o mal circunstancial envolvia tipicamente a oração para livramento de Deus e esforços para amenizar o sofrimento e a injustiça. Então Jesus veio e usou confrontos de poder para criar alívio instantâneo.

Agora, esta diferença não é absoluta, pois tanto encontramos o método extraordinário no Antigo Testamento, como a abertura do Mar Vermelho e do Rio Jordão, e métodos ordinários no Novo, como o ensino sobre a oração e dar dinheiro aos pobres.

No Novo Testamento, o Deus encarnado respondia imediatamente aos clamores de miséria e o povo ficava pasmado (Mt 8.27; Mc 1.27; 4.41; Lc 8.25).

O confronto de poder com o mal moral aconteceu quando o Cordeiro obedeceu até à morte, suportando a ira de Deus sobre si. Satanás não pôde manter as nações nas trevas, sob o poder do pecado e da morte.

Nunca houve uma mudança na maneira de lidar com o mal moral. A repetição do pecado coloca a pessoa em escravidão moral, mas não em escravidão aos espíritos que dela se apoderam. Quando praticam o mal contra nós, os demônios não obtêm acesso ou controle.

O modo bíblico de lidar com o problema moral do homem foi ensinado pormenorizadamente na Lei e nos profetas, Jó, Salmos, Provérbios e reafirmado no Novo Testamento.

O que Jesus fez para travar uma batalha espiritual com o mal moral é o que nós devemos fazer: confiar na Palavra de Deus e obedecê-lo na força do Espírito Santo que habita em nós.

CONCLUSÃO
A teologia do MME comete um sério engano quando não distingue claramente entre o pecado e o sofrimento. O resultado disso é uma teologia confusa, distorcida e enganosa.

O catálogo de demônios que o MME tem nada mais é do que o catálogo dos pecados do nosso coração como ira, cobiça, prática ocultista, orgulho, medo, etc. O modelo que utilizam para a batalha espiritual é mais ocultista do que cristã ou bíblica, porque não pregam o mesmo que Jesus, isto é, a verdade e a vida em santidade.

O problema do MME é tanto prático quanto teórico, pois a demonização do pecado gera um método imperfeito e antibíblico de lidar com o mal moral e até com o mal circunstancial. Este método não permite enxergar a realidade na perspectiva bíblica.

Devemos nos reportar à coesão entre o método de ministério de Jesus e o nosso. Embora Jesus frequentemente agisse de maneira que nós não somos convidados a imitar, porque ele é Deus, ele nos exortou e nos instruiu a uma vida de obediência, santidade e dependência de Deus.

APLICAÇÃO
Ore constantemente pedindo a Deus sabedoria e resistência para os momentos de aflições e dúvidas. Não se apresse em entender que algo de ruim que, porventura, vier a lhe acontecer, seja, necessariamente, consequência de pecado.

Autor: Mauro Filgueiras

Absurdo: Criptógrafo afirma que Paulo aceitava cristãos homossexuais




















Durante a história do Cristianismo, sempre se ensinou que o apóstolo Paulo condena a homossexualidade em suas cartas. Mas o conhecido criptógrafo Michael Wood afirma ter removido um grande obstáculo para a aceitação plena de gays e lésbicas por parte da igreja.

Um novo livro, escrito por Woods, conseguiria provar que a prática homossexual, na opinião dos primeiros cristãos, não impediria ninguém de entrar no céu. Ele explica sua pesquisa e sua motivação:

“Como criptógrafo, adoro enigmas insolúveis. Já resolvi uma série de enigmas não resolvidos em diversos campos: na criptografia (decifrando códigos considerados inquebráveis), na segurança de dados (construindo um sistema de inteligência artificial que decifra códigos específicos); em neurologia (elaborando um sistema que monitora a atividade do sistema nervoso em tempo real), etc …

Por isso, é natural que eu aplique a mesma disciplina aos textos bíblicos, algo que eu estava profundamente familiarizado. Cresci em um lar cristão evangélico e meu pai era pastor. Sempre amei a Bíblia. Cheguei até a memorizar a carta de Paulo aos Romanos, palavra por palavra.

Eu conhecia intimamente o que é chamado de “Paradoxo de Romanos 1:18-3:20”. Alguns anos atrás, resolvi esse paradoxo. Acredito que descobri uma explicação que explica cada frase da passagem.

Publiquei a solução em meu livro The Jesus Secret. Minhas descobertas serviram de base para um trabalho mais aprofundado, Breaking the Romans Code… Agora dediquei mais tempo para que não reste nenhuma dúvida, por isso publiquei Paul on Homosexuality.

“A descoberta de Michael Wood é notável porque resolve um paradoxo colossal em relação ao texto grego de Paulo, que tem confundido estudiosos por 2.000 anos”, diz o Dr. William Berg, que lecionou grego clássico na Universidade de Stanford.

A única referência inequívoca de Paulo sobre a homossexualidade é encontrada em Romanos 1:18- 3:20, uma passagem que tem dividido estudiosos em vários aspectos. ”A interpretação de Romanos 1:18-3:20 tem sido reconhecidamente difícil para quase todos os comentaristas”, admite Richard Longenecker, estudioso do Novo Testamento e professor do Wheaton College .

Ele escreve em seu livro Studies in Paul: ”Os primeiros intérpretes, como Orígenes, Jerônimo, Agostinho e Erasmo, se debateram com esta questão e ela continua atormentando comentaristas hoje.”

O motivo para isso é que a passagem está repleta de paradoxos. Ela afirma ao mesmo tempo “serão justificados os que praticam a lei” e “pelas obras da lei nenhum homem será justificado”. A passagem também misteriosamente separa idólatras, orgias homossexual de transgressões dignas de morte espiritual. ”Ao encontrar a solução definitiva para o paradoxo legal de Paulo, sem querer descobri por que ele separou os idólatras e os que participam de relações com pessoas do mesmo sexo das coisas que ele considerava dignas de morte espiritual”, explica Wood.

Dr. Berg passou vários meses examinando a base linguística e histórica do que ele descreve como uma descoberta “notável”. ”Michael Wood revela aos olhos do público um segredo que parecia bem guardado, ou seja, que o apóstolo Paulo, como seus contemporâneos, divide os comandos da lei judaica em dois grupos, demarcados por Levítico 19:18: “Amarás o teu próximo como a ti mesmo “. Todos os mandamentos baseados no amor ao próximo eram “justiças da Torá”. Aqueles que não estão baseados em Levítico 19:18 eram “obras da Torá”, explicou o Dr. Berg. Torá é o nome judaico da Lei, os cinco primeiros livros do Antigo Testamento.

A “solução” de Woods baseia-se no contraste de Romanos 2:13-26, onde se ensina que somente os que cumprem as “justiças da Torá” serão justificado diante de Deus. Ao mesmo tempo, Romanos 3:20 diz: “ninguém será justificado pelas obras da Torá” .

Não há, assim, qualquer contradição, pois os dois ensinamentos seriam então simples reformulações um do outro, o “grande paradoxo” de fato não existe!

Esta “solução” explicaria a maneira que Paulo trata a homossexualidade. Na passagem em questão, Paulo exclui a idolatria e as relações homossexuais da lista de coisas que ele considera dignas de morte espiritual, tais como as pessoas serem “difamadoras”, “caluniadoras” ou “cheias de dolo”.

Assim sendo, Michael Wood defende que as pessoas envolvidas em idolatria e relações homossexuais não estavam violando as “justiças da Torá”. (Não iam contra o preceito “Amarás o teu próximo como a ti mesmo.”) Portanto, Paulo foi obrigado a separar estes da sua lista de coisas que viola as justiças.

A teoria de Woods insiste que Paulo separou propositalmente os atos de pessoas envolvidas em relações com o mesmo sexo. Seria uma decisão consciente e deliberada, consistente com o restante da passagem. De fato, é exigido pelo resto da passagem.

Mesmo indo contra as versões mais modernas de traduções para o texto bíblico, “Michael Wood tem caminhado a segunda milha para ser fiel ao grego de Paulo”, insiste Berg. ”Ele mostra que as palavras historicamente mal traduzidas como” homossexuais “,” efeminados “,”impuros”, e assim por diante, são realmente pessoas “egoístas”, “injustas” e “sem amor”. Nada teriam a ver com a orientação sexual. Paulo estava condenando aqueles que violam as justiças da Torá, e nada além disso. ”

Todos os detalhes sobre a “solução” de Michael Wood para a plena aceitação de gays e lésbicas são discutidas em seu novo livro, Paulo e a Homossexualidade que foi lançado nos Estados Unidos em Dezembro. Mais informações estão disponíveis em PaulOnHomosexuality.com.

Via Gospel Prime


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So quero lhes dizer que Sodoma e Gomorra foi destruida por muito menos.
No livro de judas cap.1 vers. 7 , esta escrito :
 Assim como Sodoma e Gomorra, e as cidades circunvizinhas, que, havendo-se entregue à fornicação como aqueles, e ido após outra carne, foram postas por exemplo, sofrendo a pena do fogo eterno. Judas 1:7



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Fornicação:

Temos esta palavra no portuguêslatim, o que significa sexo ilícito (nesse contexto), o caso é que no português, há séculos atrás por conta da igreja, tornou-se delicadamente diferente, porém vital o significado dessa palavra. O significado de sexo ilícito seria supostamente a prática de sexo antes ou fora do casamento. A palavra ilícito significa imoralidade, ou o que é contra as leis.


Referência bíblica: II Tessalonicenses 2 :3 Ninguém de maneira alguma vos engane; porque não será assim sem que antes venha a apostasia, e se manifeste o homem do pecado, o filho da perdição, Segundo a bíblia, sexo fora do casamento é considerado fornicação.


Amados irmãos quero lhes dizer que coloquei esta matéria com muito cuidado e preocupação no meu coração, pedi muito ao Espírito santo de Deus que me orientasse quanto ao tema em questão.
Tudo que escrevi aqui foi pesquisado e encontra-se no livro sagrado da vida ou seja a Bíblia.
Porque este que se diz um conhecedor da carta de Paulo esta redondamente enganado e isto para mim é um tremendo absurdo, mas eu gostaria que vocês amados estivessem a par do que esta acontecendo agora no nosso mundo.
Paz seja contigo.
Deus voa abençoe.
Espero tenha me feito entender.

By Célia Goulart